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Oito programas que o brasiliense apaixonado por comida deve fazer

Listamos passeios, experiências e programas que compõem o perfil dos apaixonados pela gastronomia da capital

Por: Redação Veja Brasília - Atualizado em

Toda cidade tem seus principais parques, museus, mirantes e, claro, experiências gastronômicas. Às vezes a receita ou o lugar nem é o melhor da cidade em sua especialidade, mas de tão genuíno ou clássico, acaba por ganhar o rótulo de "obrigatório". A seguir, listamos oito programas que os brasilienses apaixonados por comida gostam de fazer e compartilhar. 

 

1. Almoçar um bife à parmigiana no Roma

Filé à parmigiana, prato do restaurante Roma
(Foto: Redação Veja Brasília)

Desde 1968, o restaurante - um dos mais antigos da cidade - prepara a infalível receita de filé à parmigiana, escoltada por arroz mais batata frita ou por um tipo de massa. Até hoje, trata-se da fórmula mais pedida na casa.

 

2. Comer um prato de yakissoba na festa do Templo Budista

Quermesse do Templo Budista
(Foto: Veja Brasília)

Neste mês, a tradicional quermesse do Templo Budista de Brasília, na 315/316 Sul, completa 42 anos. Comidas típicas do Oriente surgem como um dos grandes destaques da festa, realizada apenas nos fins de semana. O yakissoba pode ser considerado o prato mais famoso servido nessa celebração: a cada dia de evento, saem quase 1 000 porções do macarrão.

 

3. Comer uma dupla no balcão da Dom Bosco

Pizza Dom Bosco
(Foto: Redação Veja Brasília)

Massa grossa, mussarela e molho de tomate. É essa a receita simples de um dos maiores sucessos culinários da capital, servido na Pizzas Dom Bosco. Nem adianta espernear: na casa não há portuguesa, calabresa nem margherita. Fundada em 1960, ano da inauguração de Brasília, até hoje a marca investe apenas nessa única cobertura. O começo foi na 107 Sul, logo abaixo da quadra-modelo. Hoje, a franquia já se expandiu, chegando à Asa Norte - uma loja na 306 e outra no UniCeub -, e ao Sudoeste. Em todos os endereços, a fórmula continua a mesma, sem tirar nem pôr. À medida que os discos saem do forno, com o queijo derretendo, os clientes escolhem entre a simples, uma fatia, e a dupla, cujo significado em língua candanga é um pedaço em cima do outro (como um sanduíche). Para beber, vá de suco de caju, outro clássico do lugar.

 

4. Decidir qual é o seu Beirute preferido

Ambiente do Beirute
(Foto: Ligia Skowronski)

Inaugurado em 1966 na 109 Sul, o Beirute reinou por mais de quarenta anos como o boteco preferido de grande parte da população brasiliense. Foi só em 2007 que o bar ganhou, talvez, seu principal concorrente: ele próprio. Quando a tradicional casa abriu as portas também na Asa Norte, iniciou-se um novo ciclo. Agora, mesmo compartilhando o nome, os pratos clássicos, tal como o kibeirute, e a cerveja trincando, essa instituição botequeira cativa públicos distintos. À da Asa Sul, continuam indo a velha guarda, as famílias, no almoço, e a clientela eclética que transformou o bar em parada obrigatória no circuito boêmio. Já no lado norte, a predominância jovem deu outra cara à filial. Os admiradores do Beira não deixam de comemorar a diversidade. Afinal, se um era pouco, dois é bom demais.

 

5. Devorar um pastel (e um caldo de cana) na Viçosa da rodoviária

Viçosa
(Foto: Redação Veja Brasília)

Em São Paulo, ir à feira e não comer pastel é uma heresia. Na capital do país, muda-se o cenário para a Rodoviária do Plano Piloto. Lá fica a Viçosa, que serve a tradicional massa frita recheada há mais de cinquenta anos. A experiência se completa com um copo de caldo de cana. Atualmente, a marca dispõe de duas unidades próprias na rodoviária e uma na 704/705 Norte.

 

6. Explorar a vida noturna e gastronômica fora do Plano Piloto 

Carcará Hamburgueria
(Foto: Redação Veja Brasília)

Para os bons de copo e de garfo, já não é novidade que Brasília vai além do Plano Piloto. Quando se pensa em bares, restaurantes e estabelecimentos de comidinhas, as outras regiões do Distrito Federal, e também do Entorno, reúnem opções tentadoras nas áreas de gastronomia e baladas. O Pistão Sul, por exemplo, concentra o agito na região de Taguatinga. Na mesma cidade, O Carcará Hamburgueria, aberto no ano passado, faz sucesso com sanduíches e cervejas especiais no menu. Perto dali, no Guará, um novo núcleo gourmet vem surgindo, sem deixar de lado as marcas tradicionais, caso do restaurante D'Lurdes. Mais localidades completam essa lista: Águas Claras (Piratas), Ceilândia (Beer House) e Planaltina (Pepe Nero e Moema).

 

7. Pedir uma carne de sol completa no Xique Xique

Carne de Sol do restaurante Xique Xique
(Foto: Redação Veja Brasília)

Quase 700 000 moradores do DF vieram do Nordeste, segundo a Codeplan. A influência regional pode ser sentida na gastronomia da cidade, em que a carne de sol é item trivial em bares e restaurantes. Endereço mais famoso nesse quesito, o Xique Xique serve a versão completa (com mandioca, arroz, feijão-de-corda, paçoca, manteiga de garrafa e cheiro-verde) desde que foi aberto, em 1979. Hoje a marca tem unidades na 107 Sul e na 708 Norte.

 

8. Saborear o picadinho do Fred

Picadinho do Fred
(Foto: Redação Veja Brasília)

Em Brasília, o fato de um restaurante alemão ter como carro-chefe o brasileiríssimo picadinho não causa espanto. A receita do ex-proprietário do Fred, Alfred Norbet Gassner, é a estrela do menu da casa na 405 Sul, inaugurada há 24 anos. Mais de trinta ingredientes compõem o saboroso molho secreto, que leva três dias para ficar pronto. O prato chega à mesa quentinho, ladeado por arroz, farofa, banana e ovo pochê.

 

Fonte: VEJA BRASÍLIA