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Cores e causos

Dona Onete cultiva tradições da cultura paraense em duas apresentações no teatro da Caixa

Por: Felipe Moraes | felipe.moraes@abril.com.br - Atualizado em

Dona Onete 3
A cantora e compositora: repertório do inédito segundo disco, Boleros e Banguês. Crédito: Naiana Gaby. (Foto: Naiana Gaby)

Apegada ao rico folclore paraense, Dona Onete mostra aos brasilienses seu repertório de lendas, poesias, causos e histórias. Em duas apresentações na cidade, marcadas para sábado (25) e domingo (26) no teatro da Caixa Cultural, a cantora de 75 anos prioriza temas de seu ainda inédito segundo CD, Boleros e Banguês. Com lançamento previsto para o segundo semestre, o trabalho registra músicas que escutava na juventude e uma porção de faixas novas. Ritmos regionais como carimbó, bumba meu boi e siriá marcam suas descontraídas canções. Dona Onete teve um início tardio de carreira. Militou durante décadas pelas tradições do estado como professora no município de Igarapé-Miri e agitadora cultural. Autora de mais de 300 composições, ela foi descoberta há dez anos pelo Coletivo Rádio Cipó, em Belém. Após acompanhar o grupo em viagens e abrir shows para nomes conhecidos, como Otto, gravou em 2012 seu primeiro disco solo, Feitiço Caboclo. Caixa Cultural - Teatro (414 lugares). Setor Bancário Sul, quadra 4, lotes 3/4, 3206-9448/9449. Sábado (25), 20h; domingo (26), 19h. R$ 20,00. Bilheteria: 13h/21h (ter. a sex. e dom.); 9h/21h (sáb.). 12 anos.

Fonte: VEJA BRASÍLIA